Programa de Criança

28 maio

A Refinaria Gabriel Passos (Regap), pertencente à Petrobras, está localizada na divisa dos municípios entre Betim e Ibirité. Se preocupando com a condição de vida de crianças e adultos que vivem no entorno da refinaria, a Regap busca desenvolver projetos sociais para beneficiar a comunidade. Um deles é o “Programa de Criança”, existente desde 1989.

De acordo com a coordenadora do projeto, Alessandra Márcia Diniz Saraiva, o Programa de Criança busca promover a inclusão social de crianças de 7 a 14 anos, através de atividades artísticas e lúdicas, além de oferecer apoio social e psicológico no resgate da auto-estima e na construção da cidadania. No início de cada ano é realizada uma seleção para escolher os estudantes que irão participar do programa. As escolas da região indicam alunos, e uma equipe vai à casa de cada criança para conhecer as famílias e levantar o perfil social de cada uma.

No projeto são realizadas oficinas de orientação, musicalização, brincadeiras, excursões ao cinema, teatro, festas comemorativas, além de uma exposição no segundo semestre com os trabalhos artísticos produzidos pelas crianças. “O programa é muito importante, pois oferece oportunidades de lazer, como piscina, festas, práticas esportivas, que aqui na comunidade as crianças não encontrariam”, afirma a coordenadora do projeto.

Além disso, o programa realiza também um trabalho complementar ao da escola, que tem como objetivo contribuir para o processo educativo e aumentar o desempenho escolar dos alunos. “Trabalhamos tanto o lado socioeducativo, como o socioafetivo das crianças”, ressalta Alessandra Márcia Diniz Saraiva.

Jornalismo Colaborativo – O Globo

20 maio

Embora a definição de jornalismo colaborativo pareça ser evidente e de fácil compreensão, ao analisar os veículos de informação que aderiram a essa proposta é possível notar não uma, mas uma série de possibilidades de participação que se estendem às pessoas que não pertencem necessariamente a área jornalística. Jornalismo colaborativo pode ser compreendido como a participação do leitor, usuário, ou público em geral, que incrementa uma reportagem com fotos, contatos, informações, e até mesmo a realização de uma matéria.

O Jornalismo Colaborativo está cada vez mais presente nas mídias, promovendo a participação do público, na maioria das vezes incentivada com a máxima “você faz a notícia”. Na internet, que proporciona fácil interação do usuário com o site, a proposta do leitor participar ativamente da narração dos fatos ganha cada vez mais espaço, e já pode ser vista em grandes portais jornalísticos como: The New York Times, Estadão e O Globo.

O portal “O Globo” oferece uma seção denominada “Eu-Repórter”, no qual os usuários cadastrados podem enviar textos, fotos, vídeos e áudios para serem publicadas não só no site, como também nas redes sociais e nos jornais impressos “O Globo”, “Extra”, “Expresso” e “Diário de São Paulo”. Antes de ser aprovado, o material enviado pelos internautas é revisado por editores, para garantir que esteja de acordo com a política do jornal. Apesar da publicação levar a assinatura do colaborador, antes de ser divulgada o autor deve concordar com o Termo de Compromisso e Cessão de Direitos Autorais do jornal.

Além do site, os conteúdos enviados pelos seguidores do Twitter e Facebook ajudam na cobertura das reportagens. Os leitores também podem baixar o aplicativo “Eu-Repórter” para celulares, disponibilizado gratuitamente no próprio portal, para ganhar mais agilidade no envio de materiais de um aparelho para o site. De acordo com o portal, durante as chuvas que assolaram municípios da Região Serrana do Rio, a seção de jornalismo participativo do site do Globo utilizou 162 fotos, 58 relatos e 6 vídeos de internautas, num total de 225 contribuições em uma semana, com uma média de 32 mensagens por dia.

O jornalismo colaborativo, se realizado com responsabilidade na apuração e publicação dos fatos com veracidade, pode servir como uma importante ferramenta de auxílio para os jornalistas. Além de agilizar na divulgação de notícias, a participação de pessoas que puderam presenciar determinado acontecimento, pode garantir uma maior cobertura sobre o fato ocorrido e um maior número de informações.

Veja mais em:
Dzaí – Diários Associados
webRepórter – O Tempo
O Globo – Jornalismo participativo

Logomarcas

15 abr

  Este trabalho teve como objetivo produzir um ensaio fotográfico e usar editores, como o Photoshop CS5, para melhorar as imagens. O tema escolhido  foi a logomarcas de bebidas. Para a sessão de fotos foi preciso encontrar um lugar claro, porém sem que uma luz direta incidisse sobre os produtos e embalagens. Como utilizei latas de alumínio, em algumas fotos é possível notar o reflexo da luz e, por isso, utilizei o editor de imagens para tentar diminuir os reflexos.

  Para conseguir destacar as logomarcas foi preciso  utilizar o zoom ou chegar bem perto, o que prejudicou a qualidade das imagens, que foram tiradas com uma câmera de celular. Para melhorá-las usei o Photoshop CS5, corrigindo os ruídos através do uso da ferramenta de filtro, ajustando o brilho, saturação e nitidez, além de desfocar e colocar acabamentos nas fotos.

                                

                                     

                             

                   

                   

Pequenos empresários de Belo Horizonte esperam anciosos pela Copa de 2014

8 abr

Competição promete um grande crescimento econômico para pequenos empreededores da capital mineira

Aumento no número de hotéis, modernização de estádios, reformas na infra-estrutura dos transportes terrestres, melhoria dos aeroportos, crescimento do turismo e desenvolvimento econômico são algumas das principais melhorias que a realização da Copa do Mundo de 2014 promete trazer para o país, beneficiando milhares de pessoas.

 

De acordo com o estudo “Brasil Sustentável – Impactos socioeconômicos da Copa do Mundo 2014”, produzido pela Ernst & Young e Fundação Getúlio Vargas em junho de 2010, a Copa deverá gerar R$ 63,48 bilhões de renda para a população no período 2010-2014, além de uma arrecadação tributária adicional de R$ 18,13 bilhões.

 

Além dos grandes empresários e das volumosas transações que irão ocorrer, pequenas lojas e até mesmo empresários autônomos, vêem na copa uma oportunidade de crescimento e expansão de seus negócios. Esse é o caso de Tânia Gonçalves, dona de uma loja de roupas e acessórios femininos, que durante o período da copa amplia a variedade de seus produtos, e inclui mercadorias temáticas para o público masculino e infantil. “Na última Copa do Mundo, mesmo a loja sendo voltada para as mulheres, coloquei a venda blusas para ambos os sexos, além de bandanas, bandeiras, bonés e vários acessórios”, revela.

De acordo com Tânia, a estratégia deu certo e tudo foi vendido, antes mesmo do final da copa. A empresária pretende fazer o mesmo em 2014, e aumentar ainda mais a variedade de produtos da seleção brasileira. “Essas vendas sazonais são importantes para atrair novos clientes e expandir a loja. Na próxima copa calculo que a procura por esses produtos seja ainda maior”, avalia.

Bernadete Ferreira é uma confeiteira de bolos, autônoma, e também aproveita a Copa do Mundo para expandir seus negócios. De acordo com a confeiteira, durante todo o ano ela recebe pedidos de bolos com decoração de times, como Atlético e Cruzeiro, e no período da copa busca inovar para atender a demanda dos clientes. “Os bolos decorados podem ter o formato de uma bola, de um campo de futebol, a própria bandeira do Brasil, ou as cores do nosso time”, conta.

A confeiteira revela também, que os pedidos de bolos temáticos são feitos durante todo o período da copa, e não somente nos dias em que a seleção brasileira joga. Bernadete afirma que o movimento aumenta bastante nesse período, e que isso deverá continuar. “Em 2014 o movimento deve ser muito bom, já que as pessoas estarão entusiasmadas com a copa sendo sediada no Brasil”, diz.

Escute aqui parte da entrevista com Bernadete Ferreira:

Leia mais:



Duplicação da Av. Pedro I gera trastornos no trânsito

25 mar

A duplicação da Av. Pedro I tem causado longos engarrafamentos na região da Pampulha. A trincheira da Av. Antônio Carlos está interditada e as obras deverão durar, pelo menos, mais seis meses. Outras vias, como a Av. Cristiano Machado foram afetadas pelo aumento no número de veículos, que também acabou gerando trânsito lento na região. As obras irão efetivamente solucionar e desafogar o tráfego de veículos na região da Pampulha?

Ouça aqui.

Leitores de RSS

14 mar

  É cada vez maior o número de pessoas que busca diariamente se informar por sites e blogs. Diante de tantos portais e notícias a tecnologia RSS, que permite acompanhar diferentes sites sem necessariamente acessá-los, tem sido uma boa solução para quem quer se manter atualizado e filtrar as informações de seu interesse. Para isso basta o site possuir feed RSS e através de um leitor ou agrupador, como são conhecidos esses programas, o internauta poderá ver as manchetes e acessar somente os links de sua preferência.

  Dois dos mais conhecidos leitores de RSS são o Feed Reader e o Google Reader. Ambos possuem ferramentas simples que permitem a inscrição de vários canais. O Feed Reader é um programa que pode ser baixado gratuitamente, com a opção do idioma português. Para funcionar basta estar instalado em um computador que esteja conectado à internet. As atualizações são avisadas em pequenas janelas no canto inferior da tela e com sinais sonoros, o que facilita o usuário que não precisa ficar com a tela aberta para receber as atualizações.

  Para utilizar o Google Reader não é preciso fazer download de nenhum programa, basta o usuário ter uma conta no gmail e poderá usar o serviço, que também é gratuito. Sua vantagem é que ele possibilita compartilhar seus feeds com amigos, além de indicar outros portais compatíveis com os assuntos dos sites já inscritos e poder marcar seus favoritos.

  Os dois leitores são fáceis e até mesmo quem começou a utilizá-los há pouco tempo, logo aprende as ferramentas e possibilidades que cada um oferece. O lado negativo é que ambos mostram diversas atualizações, o que às vezes torna difícil garimpar as notícias de maior relevância. O que pesou em minha escolha ao decidir qual seria melhor, foi o fato de que o Feed Reader por ser um leitor de desktop só funciona no computador em que foi instalado, enquanto o Google Reader pode ser acessado de qualquer lugar, gerando maior mobilidade e segurança, já que você não corre o risco de perder seus links caso aconteça algo com seu computador.

  Se estar informado e antenado aos acontecimentos do mundo é cada vez mais fácil e acessível, para os jornalistas isso não só é bom como fundamental, o que torna os leitores de RSS instrumentos essenciais para facilitar o alcance ás notícias e agilizar o trabalho. A verdade é que após me habituar aos leitores de feeds, a pergunta que ficou em minha cabeça foi: Porque eu não usava isso antes?.

Terreno abandonado é motivo de reclamações

25 fev

Cintía Ramalho,

Samara Nogueira,

4º e 3º Períodos   

Há mais de 30 anos uma das maiores preocupações dos moradores da Rua Edson Paes, localizada no Bairro Dom Bosco, Região Noroeste de Belo Horizonte, é a existência de um lote abandonado. Situado em uma área de declínio que vai da Rua Edson Paes até a Rua  Zoroastro de Souza, o lote tem sido utilizado pela população como bota-fora, moradia e esconderijo de marginais. Rosana Pereira, moradora do bairro há um ano afirma que um dos seus maiores medos é do lote desmoronar com as chuvas de fim de ano, já que sua casa esta localizada em cima dele. “Tenho muito medo do barracão ceder com essa chuva. Eu morro de medo”, afirma.
    Os problemas com o desmoronamento começaram a acontecer, de acordo com Paulo Antônio Reis, morador da Rua Edson Paes há 42 anos, com a duplicação do Anel Rodoviário, na década de 80. Assim, a água que escorria da rodovia tinha o terreno no final da rua como destino, o que ocasionou o desmoronamento de parte do lote.
    Na parte que desmoronou estava localizada uma pracinha, que acabou sendo destruída quando o lote caiu. “Por causa dos problemas da erosão a pracinha acabou. O poste que iluminava a pracinha teve que ser retirado para não cair também”, conta Paulo. Das duas ruas ocupadas pelo lote, a Rua Zoroastro de Souza é a que mais sofre com o desmoronamento, já que se localiza na parte de baixo do terreno.
    Para tentar resolver a questão, o morador Aloísio Gomes de Faria denunciou, em 1990, a situação na seção ‘Alô, Alô’ do extinto Jornal da Tarde. “Eu fiz essa reclamação duas vezes no Diário da Tarde, mas não adiantou nada”, afirma ele. Além disso, em 1998, Aloísio encaminhou um abaixo assinado para a prefeitura, pedindo a construção de um sistema de capitação de água fluvial para amenizar o problema da erosão. O sistema de capitação não foi obtido, porém, a prefeitura construiu um quebra-mola no princípio da rua, o que melhorou a situação, mas não deu fim a ela.
    Outros moradores também tentam achar soluções para minimizar os impactos causados pela erosão, como é o caso de Florentina Lana, 63 anos, que mora ao lado do lote e é dona de parte do terreno. Florentina colocou pneus e plantou árvores em parte do terreno para evitar um novo deslizamento.
    Além do perigo de desmoronamento, problemas com pessoas que utilizam o terreno abandonado para usar drogas, manter relações sexuais e até mesmo se esconder da polícia geram incômodo e insegurança aos moradores da Rua Edson Paes. O terreno, por estar abandonado, também é usado como depósito de lixo, o que colabora para a proliferação de doenças como leishmaniose. “O foco [de leishmaniose] é muito grande aqui no Bairro Dom Bosco”, conta Paulo Antônio.
    Procurada pela equipe do Jornal MARCO, Atená Maria de Oliveira, assessora de comunicação da prefeitura, afirmou que o lote tem um dono, porém seu nome não pode ser revelado. Ela esclareceu que o proprietário receberá uma notificação exigindo a limpeza do lote e, caso esta não seja cumprida em 30 dias, ele será multado em R$ 500. Ainda de acordo com a assessora, se o proprietário não der nenhuma satisfação sobre a situação, a SLU vai ao local e realiza a limpeza, porém os custos do serviço ficam em responsabilidade do dono.